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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Jovens médicos realizam rastreios a idosos do Interior

A Associação dos Jovens Médicos (AJOMED) inicia na quarta-feira em Alfândega da Fé, distrito de Bragança, um rastreio a algumas doenças que mais afetam a população idosa no interior do país.




Durante esta semana e na próxima, equipas de duas médicas vão “apanhar boleia” na Unidade Móvel de Saúde de Alfândega da Fé e deslocar-se às aldeias para efetuar rastreios e sensibilizar a população nas áreas da demência e pé diabético.

A associação de jovens médicos vai, segundo adiantou o presidente Marques Pinto à Lusa, levar estes rasteiros ao interior do país, onde prevalece uma população envelhecida e com difícil acesso ao diagnóstico e cuidados de saúde.

“Pretendemos cobrir a maior parte das regiões do interior e colmatar algumas falhas que existem por dificuldades de acesso aos serviços e cuidados de saúde”, realçou.

Segundo o presidente da associação, existe em Portugal “uma subdiagnosticação muito grande da demência e o rastreio está muito pouco implementado”.

O propósito da iniciativa é “ajudar a colmatar esta lacuna” e “aproveitar os dados recolhidos para estudos da prevalência e incidência e grau de subsdiagnosticação” da doença.

Os jovens médicos escolheram também como objeto desta intervenção o problema do pé diabético por se tratar “de uma consequência grave da diabetes mal controlada”.

Os rastreios foram pensados sobretudo para idosos, por ser a faixa etária com maior incidência destas doenças, mas estão abertos a toda a população, segundo o presidente da associação.

Marques Pinto garantiu ainda que o propósito é também “encaminhar os doentes para os serviços de saúde adequados” e que, para esse efeito, os dados recolhidos serão enviados para a Administração Regional de Saúde, centros de saúde e instituições prestadoras de cuidados.

A AJOMED tem sede em Santo Tirso, no norte de Portugal, e um âmbito nacional, segundo o seu presidente. Os rastreios em Alfândega da Fé serão realizados nos dias 04, 05, 06, 12 e 13 de setembro por uma médica e uma dietista nas aldeias que ficam no itinerário da Unidade Móvel de Saúde.


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INFORMAÇÃO MANUAIS ESCOLARES

Caro(a) Encarregado/a de Educação

O Município de Alfândega da Fé, no ano letivo 2013/2014 vai continuar a atribuir os manuais escolares de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério de Educação para a Acção Social Escolar.
Ou seja:
Todos os alunos que tenham escalão A, e que frequentem o 1º Ciclo do Ensino Básico são atribuídos gratuitamente os manuais escolares e respetivas fichas.
Todos os alunos que tenham escalão B e que frequentem o 1º ciclo do Ensino Básico são atribuídos gratuitamente os manuais escolares.
Nos restantes ciclos a ação social escolar é da responsabilidade do Ministério da Educação, através do Agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé.
Como vamos fazer?
Os manuais escolares e respetivas fichas para os alunos com escalão A (financiados a 100%) são entregues na Liga dos Amigos do Centro de Saúde, para os distribuírem pelas famílias beneficiárias, através do banco dos manuais escolares. Estes só serão entregues depois de devolvidos os do ano anterior e, depois de assinarem a declaração em como se comprometem a entregar os livros no banco dos manuais escolares no final do ano letivo, em bom estado de conservação, sob pena de serem penalizados no ano seguinte.
Relativamente aos alunos com escalão B, apenas os manuais escolares serão entregues na Liga dos Amigos do Centro de Saúde, sendo os encargos com as respetivas fichas suportados pelos encarregados de educação, diretamente na livraria, no montante total de 27,18€ para o 1º ano, 25,58€ para o 2º ano, 28,86€ para o 3º ano e 26,87€ para o 4º ano.
Relativamente aos alunos que não tenham escalão, devem os Encarregados de Educação dirigir-se ao Banco dos manuais escolares para proceder à troca ou à compra com desconto de 50%, caso não tenham livros para troca.
Um agregado familiar, cujos filhos não tenham escalão, mas tenham dificuldades em comprar os livros, e não resolvam o problema através do banco dos manuais escolares, devem dirigir-se ao serviço de ação social da Câmara Municipal para ser avaliada a situação.

Locais e contatos:
Gabinete de Ação Social da Câmara Municipal, antigo edifício da Câmara Municipal 1º andar
Contato: 279463476

Liga dos Amigos do Centro de Saúde, antigo edifício do Centro de Saúde
Contato: 279463496

Paços do Município de Alfândega da Fé, 28 de Agosto de 2013


A Presidente da Câmara


Doutora Berta Ferreira Milheiro Nunes




2013-08-28 CMAFE http://www.cm-alfandegadafe.pt/noticias/502

Santuário de Santo Antão da Barca muda-se pedra a pedra - País - Notícias - RTP

Santuário de Santo Antão da Barca muda-se pedra a pedra - País - Notícias - RTP

Para visualizar o video clique em cima.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA - LENDA DOS CAVALEIROS DAS ESPORAS DOURADAS | 3 DE SETEMBRO-18 HORAS


Cooperativa de Alfândega da Fé quer melhorar amendoal

A Cooperativa de Alfândega da Fé vai apostar na melhoria da qualidade da amêndoa produzida no concelho.Para tal vai desenvolver um projecto de investigação em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança para estudar as melhores variedades que se adaptam à região.  O campo experimental vai avançar no Outono e desenvolver-se durante cinco anos. “Queremos potenciar a plantação de novos amendoais para fazer a renovação dos pomares tradicionais com variedades bem adaptadas à nossa região”, explica o presidente da direcção da cooperativa. Para tal “surgiu a ideia de criar um campo de investigação selecionando variedades novas e podermos ver o seu desenvolvimento”. Eduardo Tavares acrescenta que para desenvolver este estudo vão ser plantados novos amendoais em áreas de sequeiro e de regadio.“A área ainda não está definida mas pode ir até aos cinco hectares e fazemos fazer o estudo das variedades em regime de sequeiro e de regadio, com vários tipos de poda e as fertilizações adequadas para ver a evolução da produção no nosso clima”, afirma.

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Mártir, a cereja no topo da cerveja

Quatro jovens de Alfândega da Fé criaram a 4 Bicas Cervejeiros e querem fazer da Mártir um produto de Trás-os-Montes

Setembro é o grande mês. Os 4 Bicas Cervejeiros já estão em actividade, mas a laboração oficial vai iniciar-se agora. Daniel, Luís, Manuel e Mário têm a cerveja Mártir pronta a vender. Na pequena cozinha regional em Alfândega da Fé o trabalho já começou há vários meses. Cheira a cereal cozido e há um suave manto de névoa a cobrir o espaço. É preciso esperar algum tempo para que se comece a sentir no ar a doçura daquele que é o ingrediente que, aqui se espera, faça a diferença no mercado: a cereja.

“Entendemos que seria um bom motivo empreender também neste sector, explorando o mercado das fruit beer, já que Trás-os-Montes tem produtos de excelência que podemos aproveitar.” Falam da cereja e, olhando para os quatro jovens naturais de Alfândega, percebe-se que a ligação à terra está presente em todo o processo, desde o produto “ex-líbris do concelho” e, portanto, “uma mais valia”, ao nome da cerveja: Mártir, em alusão às festividades da vila.

Formados em áreas distintas que vão da Psicologia à Engenharia, passando pela Saúde Pública e pelo Desenho, foi sobretudo de forma autónoma que adquiriram conhecimento de produção de cerveja artesanal: “Todo o processo foi aprendido através do estudo e da consulta. Foi um processo auto-didacta de aprendizagem, que demorou algum tempo e que culminou na realização de pequenas experiências.” Experiências que resultaram em quatro tipos de cerveja que, para além da cereja, incluem produtos regionais como o mel e as ervas aromáticas.

O regresso a casa
Nesta cozinha regional há a crença de que o Nordeste “será um pólo importante de investimento”. “As distâncias para o litoral foram diminuídas pelas acessibilidades, tornando os territórios do interior mais acessíveis e apetecíveis ao investimento”. Falam do futuro e, por isso, resolveram deixar a cidade e regressar a casa, porque “o Nordeste Transmontano está agora mais aberto". "O que faz com que todos os diversos recursos que por aqui existem possam ser explorados”.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Alfandega da Fé cria ninho de empresas que visa o empreendedorismo

A câmara municipal de Alfândega da Fé vai ampliar a zona industrial da vila e criar um ninho de empresas.São duas medidas para apoiar o empreendedorismo e a criação de emprego no concelho.
 Depois da ampliação da zona industrial, a autarquia vai vender os terrenos a preços reduzidos.
“Temos tido uma grande procura pela zona industrial desde que temos a ligação ao IC5 e por isso sentimos necessidade de a alargar. Já tínhamos os terrenos, mas temos de fazer as infraestruturas para vender os lotes”, refere a presidente da câmara.
Berta Nunes revela que vai ser criado um ninho de empresas para apoiar os empreendedores que queiram iniciar um negócio e não tenham um espaço.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Detido incendiário suspeito do incêndio de Sambade

Um homem de 40 anos é suspeito de fogo posto junto da barragem de Sambade, em Alfândega da Fé, no distrito de Bragança. Terá ateado um incêndio com um cigarro e escondeu-se numa mata até ser descoberto e preso, segundo um comunidado da GNR.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/supostos-incendiarios-de-valenca-sob-termo-de-identidade-e-residencia=f827658#ixzz2dHWaCiKD

Azeite 'Alfandagh' refuta estudo da DECO

O produtor da marca de azeite "Alfandagh" refutou hoje os resultados de um estudo da DECO que concluiu que o produto transmontano vendido no mercado como biológico "nem sequer é azeite.
De acordo com a Deco, a marca "Alfandagh", descrita no rótulo como "azeite virgem extra", de origem biológica, nem sequer é azeite, "tendo as análises comprovado a presença de outros óleos vegetais refinados que não o originário da azeitona".
O produtor de Alfândega da Fé, no Distrito de Bragança, Artur Aragão, questiona o estudo da associação de defesa do consumidor e entende que "os resultados são antagónicos", na medida em que a "análise sensorial apresenta um resultado de azeite virgem extra e depois a análise química apresenta resultado de um azeite que nem sequer é azeite".
"Quando num estudo se faz referência a uma marca quando se fez apenas análise de um lote estamos a ser no mínimo um pouco irresponsáveis porque estamos a acusar uma marca quando num pequeno lote pode ter acontecido um problema qualquer", declarou à Lusa.
Artur Aragão garantiu que os seus produtos são certificados por uma empresa externa "desde a apanha da azeitona até ao ponto de venda".
"Estamos continuamente a ser fiscalizados e de uma forma às cegas, sem o nosso conhecimento, por isso nunca se correia o risco de por em causa o trabalho de uma vida", reiterou.
Adiantou ainda já ter solicitado à empresa certificadora que proceda à contra-análise do produto.
"Eu sou o que mais interesse tem em saber o que realmente aconteceu porque somos os únicos prejudicados nesta situação", afirmou.
O produtor indicou que se trata de um lote de 456 garrafas de azeite biológico vendido em Março para os supermercados e que, neste momento, já não existirá sequer no mercado por já ter sido todo vendido.
A DECO avançou que a ASAE iria retirar este produto do mercado. Artur Aragão afirmou à Lusa que a entidade de fiscalização da segurança alimentar ainda não lhe comunicou nada.
O produtor afirmou já ter conversado com o advogado para estudar ""a possibilidade de, através dos meios jurídicos e judicias ao dispor, limpar o nome e a imagem com que a marca ficou".
Segundo disse, o lote em causa represente mil euros.
A Casa Aragão é um negócio de família com várias gerações, tendo sido responsável, há 20 anos, pelo lançamento do primeiro azeite biológico português e pioneira na produção de Azeite com Denominação de Origem Protegida (DOP) Trás-os-Montes.
Colocou no mercado o primeiro azeite com rótulo em Braille e nos últimos dois anos lançou novos produtos como um azeite para crianças e outro com ouro.
Vende anualmente, em média, entre 200 a 250 mil garrafas das várias marcas que produzem para mercados como Portugal Brasil, França, Luxemburgo e Bélgica e mais recentemente para os mercados asiáticos e Estado Unidos da América.
As exportações representam 40% da facturação anual com os diferentes produtos que têm arrecadado vários prémios internacionais.

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

DECO detecta "gato por lebre" em cinco marcas de azeite

Associação de defesa do consumidor pede o reforço da fiscalização, desde o lagar até ao ponto de venda. Nenhum dos casos "é susceptível de pôr em risco a segurança e a saúde dos consumidores".

Um teste às 25 marcas de azeite virgem extra mais vendidas no mercado encontrou cinco em situação ilegal, de acordo com uma investigação DECO.

Dulce Ricardo, técnica da associação de defesa do consumidor e coordenadora do estudo, explica que “uma marca apresentava-se como fraude devido à presença de óleos vegetais refinados”.
“Nós demos conhecimento à ASAE [Autoridade de Segurança Alimentar e Económica]. Trata-se da 'Alfandagh' - Azeite biológico e pedimos à ASAE para que a mesma fosse retirada do mercado”, refere Dulce Ricardo.
Em relação a outras quatro marcas, o azeite estava mal rotulado. "Auchan" (DOP Moura), "É" (Continente), "Grão Mestre" e "Naturfoods", que apresentam-se no rótulo como "azeite virgem extra", deveriam, segundo a associação de defesa dos consumidores, "ser classificadas como 'azeite virgem' apenas".

As marcas "Dia Clássico" (Minipreço) e "Gallo Clássico", das mais baratas, foram as únicas consideradas de excelente qualidade. 

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Cooperativa de Alfândega da Fé entre as 100 melhores do país

A Cooperativa de Alfândega da Fé comemorou, este sábado, 50 anos de existência.A ocasião foi aproveitada para inaugurar as obras de requalificação do edifício sede e o lagar de azeite.Uma intervenção que custou cerca de 100 mil euros suportados quase na totalidade pela câmara municipal.  “Aproveitamos esta data para fazer a inauguração das obras de melhoramento dos nossos edifícios, que ao fim de 50 anos, já apresentavam muita degradação e para fazer estes investimentos temos tido o apoio da câmara municipal”, refere o presidente da direcção da Cooperativa de Alfândega da Fé, acrescentando que as obras consistiram no “arranjo de fachadas, substituição de coberturas e telhados bem como a instalação de uma linha de embalamento e rotulagem de azeite”. Além disso, “queremos também fazer um investimento no edifício das câmaras frigoríficas, onde fazemos a triagem da fruta”.A instituição foi distinguida recentemente com o prémio PME Líder, estando entre as 100 melhores empresas agrícolas do país. “Este prémio enche-nos de orgulho pois é um sinal de reconhecimento do trabalho de recuperação económica que temos feito nos últimos seis anos”, afirma Eduardo Tavares.Em dia de aniversário, o director regional de agricultura do Norte deixou um alerta.Manuel Cardoso chama a atenção para a necessidade das cooperativas agrícolas se dedicarem mais à transformação dos produtos porque é nesta área que vão incidir os apoios europeus durante os próximos anos.“O que nos interessa é trazer para a região o máximo de rendimento com as nossas produções e para isso é necessário que haja um sector agro-industrial forte para que os produtos sejam transformados aqui e para que o dinheiro fique cá”, explica o responsável, acrescentando que “o próximo quadro comunitário de apoio vai ter dinheiro disponível para investir nesse campo pois todo o investimento está voltado para a produção de bens transacionáveis”

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Para quando a venda do SPA?

O PSD de Alfândega da Fé quer saber porque é que o Hotel SPA ainda não foi vendido.
A concelhia social-democrata entende que depois de ter sido aprovado o Plano de Reequilíbrio Financeiro da autarquia não há mais entraves para a concretização do negócio.
O programa já foi aprovado em Março e até agora o equipamento continua nas mãos da empresa municipal AlfandegaTur. O presidente da concelhia laranja não percebe porque é que o hotel ainda não foi vendido ao grupo GESVIMA, que venceu o concurso. “Uma das questões que estava a entravar a venda do Hotel SPA é que a Câmara municipal precisa de pôr 900 mil euros na AlfandegaTur para reduzir o passivo mas não havia esse dinheiro. Agora, com a aprovação do Plano de Reequilíbrio Financeiro já existem as condições para isso acontecer”, refere Artur Aragão. Para o cabeça de lista “isto foi aprovado em Março, estamos em Agosto e as coisas continuam exactamente na mesma”. Por isso, o PSD quer saber “para quando a venda do Hotel SPA, se a GESVIMA se mantém interessada e se sim porque é que ainda não foi efectivada a venda”.
A presidente da Câmara de Alfândega da Fé responde que ainda não estão reunidas as condições para fechar o negócio uma vez que o Tribunal de Contas ainda não se pronunciou sobre o plano de reequilíbrio financeiro. “O plano de reequilíbrio está aprovado pelo Governo mas ainda não tem o visto do Tribunal de Contas e sem o qual não tem qualquer validade”, explica Berta Nunes, acrescentando que “é por isso que ainda não podemos pôr o plano em prática nem vender a AlfandegaTur”.
A autarca assegura que se mantém o interesse do investidor na compra do Hotel SPA. “Nós temos tido contactos com o Vítor Raposo que tem continuado a manifestar interesse e não há nada que nos diga o contrário”, garante Berta Nunes. Por isso o negócio deverá concretizar-se logo que chegue o visto do Tribunal de Contas. “Desde que tenhamos as condições para fazer o aumento de capital, a venda será feita”, reitera.
A Câmara de Alfândega da Fé espera que até o final do ano o Hotel SPA seja vendido ao grupo GESVIMA.

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Governo vai ajudar agricultores face aos prejuízos causados pelas chamas

O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural garantiu, esta sexta-feira, em Torre de Moncorvo, que hoje mesmo vai começar a ser feito o levantamento dos prejuízos causados pelo grande incêndio que se estendeu por quatro concelhos do distrito de Bragança.

Francisco Gomes está em Torre de Moncorvo onde se reuniu com os autarcas dos concelhos afetados, com a Direção Regional de Agricultura do Norte e associações de agricultores. O governante adiantou que os "técnicos avançarão de imediato para o terreno para fazer um levantamento exaustivo" de modo a apoiar os agricultores e produtores.
"Caso a caso, os agricultores serão contactados para identificarem os prejuízos e permitirem a quantificação. Em princípio os relatórios estarão prontos no dia 22. Até lá já estamos a trabalhar na identificação dos mecanismos de apoio que existem para se fazer a dotação financeira e abertura de concursos se for necessário uma candidatura de acordo com o que é previsto" , explicou. Prevê-se que os prejuízos sejam de muitos milhões de euros porque a área ardida é muito extensa, atingindo os concelhos de Alfândega da Fé, Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta. Foram consumidos olivais, amendoais, propriedades agrícolas, currais, armazéns, floresta e morreram animais.

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Maior incêndio do país entrou em fase de rescaldo

O incêndio que lavra há quatro dias no sul do distrito entrou em fase de rescaldo, segundo a Proteção Civil.
Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no terreno estão 915 operacionais, apoiados por 200 veículos, um helicóptero e dois aviões bombardeiros.
O incêndio que deflagrou na terça-feira em Alfândega da Fé também afetou os concelhos de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo, chegando a ter seis frentes ativas.
A Direção Regional de Agricultura do Norte ainda não tem dados precisos, mas estima que a área ardida seja na ordem das dezenas de milhares de hectares.
O diretor regional, Manuel Cardoso já veio dizer que não estão previstas na lei indemnizações para estes casos, mas a ajuda financeira à reposição do potencial produtivo, ou seja se um agricultor perder um olival ou outra cultura, o Estado financiará a replantação das mesmas e de outras produções agrícola.

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É hora de fazer contas aos prejuízos do incêndio que devastou o sul do distrito

O incêndio que lavra há quatro dias no sul do distrito foi dado como dominado pela Protecção Civil.
Os trabalhos de rescaldo estão demorados.
No terreno estão ainda mais de 800 operacionais, apoiados por 180 viaturas.
O responsável da Protecção Civil Municipal em Torre de Moncorvo, José Aires, disse que o incêndio evoluiu favoravelmente durante a noite e a situação está agora mais calma.
Ontem à tarde o Ministro da Administração Interna esteve em Carviçais, no concelho de Torre de Moncorvo, onde se viveram momentos de aflição com o fogo a rondar as habitações.
Em declarações à RTP, Miguel Macedo disse que o incêndio atingiu estas proporções não por falta de meios, mas porque as condições climatéricas adversas dificultaram o trabalho aos operacionais no terreno.
O fogo já destruiu vários hectares de mato, armazéns e culturas agrícolas e matou animais.
Os prejuízos agrícolas podem atingir mesmo os milhões de euros, com uma vasta área de amendoais e olivais atingidos pelas chamas.
O director regional de agricultura, Manuel Cardoso, adianta que vai ser feito um levantamento, para depois repor as culturas.Este incêndio está a deixar um rasto de destruição nos concelhos de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
Ao que apurámos durante a manhã de hoje os autarcas dos quatro municípios atingidos pelo maior incêndio deste ano no País vão reunir, em Torre de Moncorvo, com o secretário de Estado das Florestas para fazerem uma primeira avaliação dos prejuízos causados pelo fogo.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Chamas reacendem no sul do distrito

O incêndio que dizimou cerca de 40 quilómetros de área, no Nordeste Transmontano reacendeu esta tarde.
As chamas que foram dadas como dominadas esta manhã, reacenderam em Carviçais, no concelho de Torre de Moncorvo, onde durante a noite se viveram momentos de pânico.
Hoje de manhã dois aviões bombardeiros espanhóis juntaram-se às forças portuguesas.
No terreno estão mais de 900 operacionais, apoiados por 239 viaturas, dois helicópteros e cinco aviões bombardeiros.
O fogo já destruiu vários hectares de floresta, olival, amendoeiras, eucaliptos, assim como armazéns e culturas agrícolas e matou animais.
Este incêndio está a deixar um rasto de destruição nos concelhos de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
Refira-se que durante esta madrugada, um veículo dos Bombeiros de Alfândega da Fé que combatia duas frentes ativas capotou e acabou por arder, mas os cinco ocupantes conseguiram sair ilesos.

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Incêndios: Fogo de Alfândega da Fé dado como dominado às 10:00 - Proteção Civil

O incêndio que deflagrou na terça-feira em Alfândega da Fé e alastrou a outros concelhos da região foi dado como dominado em todo o perímetro às 10:00 de hoje, informou a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Segundo a página da ANPC na internet, no combate às chamas permanecem 724 homens, apoiados por 193 viaturas e cinco meios aéreos, entre os quais dois aviões espanhóis.
Entretanto, uma viatura dos bombeiros de Alfandega da Fé foi destruída pelas chamas ao final da tarde de quarta-feira, quando se prepara para combater uma das frentes de incêndio na zona dos Picões/Ferradosa.
Diário Digital / Lusa

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Acidente com Viatura dos Bombeiros de Alfândega da Fé

Uma viatura de combate a incêndios dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé, ficou esta noite destruída no incêndio de Alfândega da Fé, Bragança.
Empenhada nas operações de combate, a viatura sofreu um acidente, despistando-se para fora de um caminho rural e capotando, onde ficou imobilizada, sendo depois consumida por uma das frentes de fogo.
Não há felizmente feridos a registar entre os tripulantes da mesma.

Fonte: Bombeiros Online