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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Peça de Teatro “ O que estás a fazer?” Espetáculo estreia em Alfândega dia 31 de outubro



O projeto comunicar em segurança, da Fundação Portugal Telecom, chega a Alfândega da Fé com a apresentação da peça de teatro “O que estás a fazer?". Em estreia nacional no auditório da Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, no dia 31 de outubro, pelas 16.00h, este espetáculo pretende alertar os mais novos para a importância das questões da segurança na utilização das novas tecnologias da informação.

Com os atores Vicente Morais, Pedro Górgia e Alexandre Silva a peça é dirigida aos alunos do 2º e 3º ciclos. Para além da componente pedagógica tem também associada uma componente de solidariedade. É que o valor realizado com a venda dos bilhetes, com o preço simbólico de 1€, será duplicado pela Fundação e o montante vai ser utilizado para “ajudar jovens a terminarem os estudos, através do projeto “Bolsas Sociais”, da responsabilidade da associação EPIS”.

“O que estás a fazer?” insere-se num programa mais vasto que a Fundação Portugal Telecom está a desenvolver em todo país. Trata-se do projeto Comunicar em Segurança. “Uma iniciativa de voluntariado empresarial da Fundação Portugal Telecom, que pretende alertar a comunidade educativa para a utilização correta e segura das tecnologias de informação, nomeadamente, Internet e telemóvel”. Do programa fazem parte diferentes ações e iniciativas.

Atenta à importância desta temática a Câmara Municipal de Alfândega da Fé associou-se a esta iniciativa, ciente da necessidade de informar e sensibilizar a comunidade sobre a utilização segura das novas tecnologias. Isto numa altura em que o acesso generalizado a estas tecnologias impõe uma informação e consciencialização sobre os riscos e perigos associados à sua utilização.




2013-10-23 Município de Alfândega da Fé

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“Florestar Portugal": mais de 900 árvores autóctones estão já reservadas para manutenção e rejuvenescimento dos recursos florestais

O projeto “Amo Portugal – Associação Mãos à Obra Florestar Portugal 2013” tem em mãos uma tarefa que consiste na plantação e sementeira de flora autóctone, envolvendo um número significativo de concelhos que estão interessado na manutenção e rejuvenescimento dos seus recursos florestais. 

Mais de 90.000 árvores autóctones estão já reservadas para mais de 70 concelhos que se candidataram ao programa de incentivo à reflorestação FLORESTA COMUM.

“Os restantes concelhos podem e devem apelar à responsabilidade ambiental da sociedade civil para que se consiga, em conjunto, no dia 23 de novembro, Florestar Portugal “ lê-se num comunicado da organização desta iniciativa.

Para a época de reflorestação 2013/14 foram aceites 58 candidaturas referentes a 74 municípios, onde se incluem os concelhos de Alfândega da Fé, Associação Geoparque Terras de Cavaleiros de Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Mirandela.

Com a organização e coordenação das Estruturas Locais da AMO Portugal, em muitos concelhos decorrem já as inscrições para voluntários que no dia 23 de novembro queiram “meter mãos à obra”.


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Detido em Alfândega da Fé por posse de explosivos



A GNR deteve em Alfândega da Fé um indivíduo por posse ilegal de explosivos e armas, no âmbito de um processo desencadeado por uma queixa de violência doméstica, divulgou hoje aquela força de segurança.

A detenção foi realizada por elementos do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR, na terça-feira, no âmbito de uma investigação criminal desencadeada por um processo relacionado com violência doméstica que originou cinco buscas ao indivíduo em causa.

No decorrer da operação, os militares apreenderam duas armas de fogo, munições, cinco bobines de cordão detonante, oito porções de cordão lento/detonante, 150 velas de material explosivo e 14 detonadores pirotécnicos, de acordo com informação divulgada pelo Comando Distrital de Bragança da GNR.

O detido tem 53 anos, reside no concelho de Alfândega da Fé e foi presente a tribunal para primeiro interrogatório, "não se sabendo até ao momento" quais as medidas de coação aplicadas, segundo a fonte.

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mapa Judiciário: Extinção de quase 50 tribunais mantém-se com algumas alterações

A última proposta do Ministério da Justiça para a Reforma Judiciária, a que a Lusa teve hoje acesso, mantém a extinção de quase meia centena de tribunais com algumas alterações dos concelhos visados e a substituição por mais secções de proximidade.

O documento aponta para a extinção de 47 tribunais, menos dois do que a proposta conhecida há um ano, um número que contempla os que encerram definitivamente e aqueles que serão substituídos por secções de proximidade.

Comparando com a proposta anunciada há um ano, o número de tribunais a encerrar passa de 26 para 22 e o número de secções de proximidade aumenta de 23 para 25.

As novidades passam pela retirada da lista de encerramentos dos tribunais de Oleiros, em Castelo Branco, e Melgaço, em Viana do Castelo, que surgem agora como secções de competência genérica, e pelo encerramento do tribunal da Meda, na Guarda, para onde estava anteriormente prevista uma secção de proximidade.

O número de secções de proximidade é maior na nova versão e passam a ser abrangidos concelhos que inicialmente ficariam sem tribunais como Alfândega da Fé, em Bragança, Avis, em Portalegre ou Golegã, em Santarém.

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Meia centena de autarquias vai cobrar taxa mínima de IMI

Das 71 autarquias que já fixaram a taxa do imposto municipal sobre imóveis (IMI) que vai ser cobrado às famílias e empresas a partir de abril do próximo ano, meia centena optou por manter ou por reduzir a taxa para o patamar mínimo possível: 0,3%.
Os dados já reportados à Autoridade Tributária e Aduaneira indicam que, além de a maior parte estar a fixar o IMI no valor mais baixo, muitas autarquias estão também a optar por desagravar o imposto. Neste grupo que avançou com descidas integram-se 17 municípios, nomeadamente o Porto e Ponte da Barca (que reduziram de 0,4% para 0,36%) ou Fafe (que passou de 0,4% para 0,3%).

Apenas Alfândega da Fé agravou o IMI de 0,4% para 0,5%. Uma subida justificada pela adesão deste município ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), que serve para ajudar as câmaras a regularizar as dívidas em atraso. O PAEL tem como condição a fixação dos impostos municipais pelos valores máximos.
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