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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Militar do GIPS suicidou-se esta noite

Um elemento do GIPS (Grupo de Intervenção Protecção e Socorro) de Alfândega da Fé suicidou-se esta noite, adiantou uma fonte ao Mensageiro de Bragança.
O militar, com pouco mais de 20 anos, era natural de Felgar, no concelho de Torre de Moncorvo. Este é o segundo suicídio no Grupo de Intervenção do distrito. Em Julho um outro militar, com 26 anos, também pôs termo à vida.
O comando geral da GNR garantiu esclarecimentos para mais tarde. 
(Noticia em actualização)

Ver noticia aqui

domingo, 7 de julho de 2013

RIP

Um militar da GNR de Bragança, Rui Batista, de 26 anos, suicidou-se ontem com a arma de serviço, nas instalações do GIPS, no Largo S. João, em Bragança, onde desempenhava funções há um ano. A notícia deixou em choque a população de Alfândega da Fé, de onde é natural a família do militar.

Noticia: CM

As sentidas condolências por parte da equipa do BPS pela perda deste combatente. Que pode levar um homem a atingir tamanha loucura é algo que merece ser pensado e combatido.

A sua ultima publicação no Facebook jamais levaria a pensar no que iria suceder.

Aos colegas desejamos a maior força para que continuem o seu trabalho honrando o nome de Rui Batista.

RIP!

Ricardo Correia

Leia Mais em: http://bombeirosparasempre.blogspot.com/2013/07/elemento-dos-gips-poe-termo-vida.html#ixzz2YNLgspbA




Não é hora de te julgar tiveste as tuas razões, quem convive diariamente por vezes é dificil ver que este vai ser o próximo passo, nunca queremos ver. Nesta hora tem que se apoiar quem fica cá a sofrer, infelizmente já passei por isto e não é fácil... primeiro perguntamos porquê? Porque desististe? Depois vem o nosso sentimento de culpa pensamos que nós é que nada fizemos no fim de um longo tempo aceitamos e temos a certeza que encontrou a paz e a felicidade.

FORÇA aos pais, irmão, restantes familiares e amigos é hora de união.

São estas noticias que custa tanto publicar :(

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

GIPS podem ser retirados do distrito de Bragança

O Distrito de Bragança pode vir q perder os dois centros dos GIPS (Grupo de Intervenção Protecção e socorro) sediados em Bragança mas com centros na serra de Bornes, em Alfândega da Fé, e na serra da Nogueira, em Bragança, durante o Verão. Apesar de ainda não haver uma decisão oficial, tudo indica que o Governo prepara a extinção das companhias de Bragança e de Faro, numa reorganização que estará a ser preparada.
Aliás, os rumores já chegaram à autarca de Alfândega da Fé que confessa estar muito preocupada com essa possibilidade. Berta Nunes considera mesmo que, a verificar-se essa extinção, será mais uma machadada na segurança e até na economia da região.
 
Pode vir a sair do distrito de Bragança uma força de intervenção que durante todos os dias do ano tem equipas prontas a intervir na área da Segurança e do Socorro. O GIPS foi criado pelo conselho de Ministros, em 2005, com um total de sete companhias em todo o País e surgiu para responder à necessidade da existência de um corpo profissional para actuar em situações de emergência de protecção e socorro, designadamente em ocorrências de incêndios florestais ou de matérias perigosas, catástrofes ou acidentes graves.
A sétima companhia de Bragança tem dois centros, em Bornes e na serra da Nogueira e correm rumores de que podem vir a ser extintos. A presidente do município de Alfândega da Fé está muito preocupada porque entende que o GIPS seria uma perda significativa para a região, dado que Berta Nunes considera que este grupo tem efectuado um trabalho de prevenção em termos de protecção civil singular no distrito, e tem especial relevo na redução clara do número de ignições que têm flagelado o distrito. Para além de que a autarquia já fez um investimento importante para instalar os elementos numa antiga escola primária.
 
“Estamos contra porque trata-se de encerrar mais um serviço importante. Aqui no concelho temos 20 homens e já investimos em instalações condignas. E tem havido bons resultados”, sublinha.
 
Berta Nunes ressalva ainda que, em termos económicos, não menos importante, o GIPS garante no distrito a presença de pelo menos cerca de 5 dezenas de militares que consomem e começam a instalar-se na zona, trazendo para o distrito outras pessoas contribuindo de forma positiva para a economia local. A autarca diz que não faz sentido, uma região com uma área florestal tão vasta venha a perder um serviço tão importante.

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